Este trabalho apresenta uma mini-escultura composta por plantas típicas do bioma Mata Atlântica, acompanhadas por uma micro-oca e um palito de fósforo curvo. A série é nomeada ECO no sentido ecoar, pois apresenta simetria, como um espelho para o observador que é igualmente observado por essas espécies com grande importância ecológica. O fósforo reflete a voracidade das queimadas no Brasil, tal qual um fósforo reduz o papel ao pó, mas que ao ser curvado incorpora-se ao trabalho e questiona o espectador sobre sua decisão diante daquilo que permite ser efêmero ou eterno, em si ou no ecossistema.