Este trabalho apresenta uma mini-escultura de papel composta por um pequeno jardim (contendo 7 espécies) e uma micro-casa dentro de uma insignificante caixinha de fósforo. A série é LUZ no sentido de phosporus (portador de luz), como uma ideia. Da caixinha trivial, o acostumado com a existência corriqueira, espera abri-la e inexoravelmente encontrar palitos. Mas permitindo-se uma contemplação consciente do detalhe que salta aos olhos, novos espaços são iluminados, tanto dentro, quanto fora da caixinha. O que não é detalhe é que o deslumbramento gerado pela insignificância, promete a grandeza de novos jardins interiores.